quinta-feira, 30 de maio de 2013

Julgue você mesmo.

Por trás de um rostinho lindo e olhos cativantes, vi minha vida desmoronar
A rainha da mentira em voz doce, e assim ela manipula, convence, seduz
Aquele olhar que desmonta qualquer um a quem ela convence
Ela cria historias se livra da concorrência com uma graciosidade
Envolve pessoas coloca nomes
Quem quiser que a tenha em sua cama
Ou se preferir tenha uma "cobra" a mais perigosa e mortal de todas, a cobra te fará menos mal!
Mas tenha ela na sua cama e verá o perigo que corre sua vida
Ela é convincente
Ela é tão real
Me tornou a mentira onde na verdade só fui vítima de uma armação da teia invejosa dela
Ai, quando lembro daquele olhar

Se eu sou a mentirosa, por que ela se escondeu?
Se eu fui a mentirosa, por que ainda estou aqui?
Se eu fui a mentirosa, por que não me escondi da mentira que ela criou?
Se eu fui a mentirosa, por que ainda estou aqui?
Se eu fui a mentirosa, por que não tentei me defender?

Vítima!
Ela se faz de vítima
Faz acusações
Forja provas que não existem

Um texto que ela criou
Uma verdade que ela quer acreditar e quer que todos acreditem nela

Mas por que se esconde então?
Por que motivo sumir?
Do que tem medo essa menina?


Como diz a música da saudosa Elis Regina..
"As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões
Os corações pegam fogo e depois não há nada que os apague
se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver
As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele
Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o cobertor
As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno
Mas o verão que os unira, ainda, vive e transpira ali
Nos corpos juntos na lareira, na reticente primavera
No insistente perfume de alguma coisa chamada amor."

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