... A maioria das escolhas que fazemos diariamente é sem importância e não afeta em nada o futuro. Entretanto, algumas delas podem determinar o destino de uma pessoa, uma família ou uma nação.
Elas não acontecem como uma decisão imediata. Ao contrário, vão se formando dentro de nós, como teia que nos envolve e , quando percebemos, temos quase que e um compromisso em seguir o caminho pré-determinado.
Crescemos, carregando dentro de nós uma criança que um dia foi muito carente.
Nossas dores, nossos fracassos e humilhações da infância nos levam a fazer promessas para o futuro: " Quando eu crescer..."
Então crescemos e, sem perceber, aquelas promessas são cobradas e influenciam nossas escolhas.
Imagine uma criança dirigindo o seu carro e você, desesperado no banco de trás. Nossas emoções e crenças mais se parecem com a criança no volante. outros preferem manter a lógica e a razão dirigindo e se pautam por números. Ambos erram.
Mas quem pode dirigir minha vida?
Nem a emoção, que dirige olhando para o passado no retrovisor, nem a lógica que considera apenas resultados. A direção deve ser a da sabedoria. Ela, sim, considera as necessidades do passado, as urgências do presente e o que realmente é relevante para o futuro...
(Roberto Aylmer)
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